A estante de Pedro Mexia

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“A estante é dos livros, a casa é dos livros e, felizmente, a minha existência é quase dos livros”

Tchékhov, Dostoiévski e Camilo Castelo Branco. A estante de Pedro Mexia, uma de várias que tem em casa, é um reflexo da sua personalidade e da devoção que nutre pela palavra escrita.

Pedro Mexia é licenciado em Direito e tem um mestrado em Estudos Americanos. Como cronista e crítico literário, colaborou em jornais como o Diário de Notícias, Público e Expresso. Publicou ainda vários livros de poemas e atualmente é um dos membros do Governo Sombra.

Na estante de Pedro Mexia não há lugar para fotografias ou bibelôs: “A estante é dos livros, a casa é dos livros e, felizmente, a minha existência é quase dos livros.” O autor tem por hábito passar “seis horas por dia, mais coisa menos coisa”, a ler, o que nem é de estranhar. Afinal “ler e escrever é o que faço. É a minha vida”. Sempre cuidadoso com os seus livros, foi ao longo dos anos acumulando uma biblioteca de poesia que acha que pode vir a ser relevante, “porque é bastante exaustiva, sobretudo na língua portuguesa, bastante completa e com algumas edições já relativamente raras”. Por enquanto não se rende ao formato digital, embora reconheça que o espaço pode ser um problema, até porque chega uma altura em que “a pessoa já não tem livros, é possuída pelos livros”. O que vai ao encontro da sua crença de que “uma biblioteca não é só o repositório dos livros que já lemos, mas o repositório dos livros que um dia achamos que vamos ler”.


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