Paula Hawkins: Verdade ou Mentira?

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Nos primeiros dias de 2015 ficámos a conhecer um dos principais fenómenos literários deste século: A Rapariga no Comboio.

Durante meses, ninguém falou de outra coisa a não ser nesta história sobre uma mulher que pensa ter testemunhado involuntariamente um crime. Três anos, um filme e cerca de 20 milhões de cópias vendidas depois, este thriller psicológico continua a ser presença assídua nos tops dos livros mais vendidos em Portugal. É obra!

VERDADE OU MENTIRA?

Paula Hawkins é uma escritora inglesa. 
MENTIRA

A autora nasceu na cidade de Salisbúria, Rodésia – atual Harare, Zimbabué – no dia 26 de agosto de 1972. Apenas se mudou para Londres aos 17 anos.

Antes de ser escritora, era jornalista.
VERDADE

Entre 2000 e 2009, Paula Hawkins trabalhou como jornalista freelancer especializada em finanças para o jornal The Times.

Em Parte Incerta inspirou A Rapariga no Comboio.
VERDADE

Embora Hawkins acredite que são dois livros muito diferentes, nunca escondeu ser “uma enorme fã” do thriller psicológico de Gillian Flynn, nem que este lhe serviu de inspiração. A própria utilização da palavra “rapariga” no título foi pensada para aludir comercialmente a Gone Girl, o título original do livro de Flynn.

Escrito na Água usa dez vozes narrativas diferentes.
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São onze! O thriller que Paula Hawkins publicou em 2017 coloca-nos na cabeça de onze personagens distintos ao longo da história, em contraste com apenas três que são utilizados em A Rapariga no Comboio.

A Rapariga no Comboio foi o seu primeiro romance.
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Antes do seu principal bestseller, Paula Hawkins já havia publicado um livro sobre educação (Guerrilla Learning, 2001) e quatro romances especialmente dedicados ao público feminino sob o pseudónimo de “Amy Silver”: Confessions of a Reluctant Recessionista (2009), All I Want for Christmas (2010), One Minute to Midnight (2011) e The Reunion (2013).

Paula Hawkins prefere livros escritos por mulheres.
VERDADE

Mas não é por serem mulheres, de acordo com Hawkins. Apenas acontece que todos os seus escritores favoritos são do sexo feminino: Agatha Christie, Kate Atkinson, Tana French, Megan Abbott, Gillian Flynn, Louise Welsh e Pat Barker, entre outras.

Por: Tiago Matos
Fotografia: Kate Neil

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