Os livros que Bill Gates devorou em 2016

Um livro por semana. Mais de 50 livros por ano. Bill Gates sempre foi um leitor voraz e, todos os anos, faz questão de divulgar a lista das suas obras preferidas dos últimos 12 meses. Ténis, ciência, política, negócios, até eletricidade… Nada parece escapar à sua mente brilhante. Eis os títulos que o fundador da Microsoft destaca em 2016.


String Theory

Para um fã incondicional de ténis, faz todo o sentido uma coleção de ensaios sobre a modalidade. O autor David Foster Wallace cativou a atenção do homem mais rico do mundo que, confessa, anda há anos a tentar arranjar tempo para aperfeiçoar as suas pancadas e manobras com a raquete.


Shoe Dog

Compreender o sucesso de outras empresas é, como diria Gates, “part of the job”. Devorou, por isso, o livro escrito por Phil Knight, cofundador da Nike, que nos mostra o verdadeiro reflexo do mundo dos negócios: “um mundo confuso, perigoso e repleto de erros”.


The Gene: An Intimate History

Estarão a ciência e a ética na eminência de um conflito? Siddhartha Mukherjee diz-nos que sim e o fundador da Microsoft concorda. Não é preciso seres cientista, investigador ou geek para te deixares absorver pelo livro, já que este procura explicar, de forma simples, as ameaças da ciência genética num futuro não muito longínquo.


The Myth of the Strong Leader

Atento à esgrima de argumentos de Donald Trump e Hillary Clinton nas eleições presidenciais norte-americanas, Bill Gates sentiu-se compelido a recuperar os ensinamentos de Archie Brown sobre a liderança política. O académico da Universidade de Oxford, que se dedica a este tema há mais de meio século, explica na obra de 2014 que as melhores figuras políticas não são as mais intimidantes, mais sim aquelas que estão dispostas a colaborar, negociar e traçar acordos.


The Grid

Quem disse que as coisas mais mundanas da vida são as mais aborrecidas? Para Gates, até o envelhecimento das redes elétricas é um tema de relevância nos dias que correm. Este livro de Gretchen Bakke, defende ele, vai convencer-te da importância desta “maravilha da engenharia” e da necessidade da sua modernização para um futuro com energias limpas e sustentáveis.


 

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