Lídia Jorge

Lídia Jorge

Naturalidade:
Boliqueime, Algarve, Portugal

Data de nascimento:
18 de junho de 1946

Primeiro livro publicado:
O Dia dos Prodígios (1980)

Lídia Jorge percebe em pequena que quer ser escritora e mantém, na juventude, a paixão pela linguagem. Acaba por se licenciar em Filologia Românica, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e torna-se professora do ensino secundário, função que a leva a Angola e Moçambique, no período final da Guerra Colonial. Em 1980, já regressada ao país natal, publica o romance de estreia: O Dia dos Prodígios. É o primeiro de muitos.

Ao longo da carreira, são também muitos os prémios que arrecada: Prémio Literário Cidade de Lisboa (por O Cais das Merendas e por Notícia da Cidade Silvestre); Prémio D. Dinis/Casa de Mateus, Prémio Bordallo de Literatura da Casa da Imprensa, Prémio Máxima de Literatura, Prémio de Ficção do PEN Clube Português e Prémio Jean Monet de Literatura Europeia (todos por O Vale da Paixão); Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores e Prémio Correntes d’Escritas (por O Vento Assobiando nas Gruas); Prémio Internacional de Literatura Albatros, da Fundação Günter Grass; Grande Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores; Prémio Luso-Espanhol de Arte e Cultura; e Prémio Literário Vergílio Ferreira.

A autora é ainda condecorada, em Portugal, com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique e, em França, com a Ordem das Artes e Letras.

Para além de romances, Lídia Jorge escreve contos, ensaios, livros infantis e peças de teatro. As suas obras encontram-se traduzidas em diversas línguas e são, com frequência, destacadas na imprensa internacional.

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