Jovens Escritores: José Diogo Santos

José Diogo Santos

Frequenta o 2.° ano e adora ler, escrever, contar e ouvir histórias. Quando começou a aprender a escrever, pediu um caderno à mãe para treinar frases e escrever recados às pessoas lá de casa. Hoje, continua a escrever cartas aos pais, aos irmãos, aos avós, aos tios, só pelo prazer da escrita. Além de Língua Portuguesa, as suas disciplinas favoritas são Matemática e Educação Física. Nos tempos livres, gosta de andar de bicicleta e de jogar à bola com os amigos.

A minha família

Por José Diogo Santos

Eu adoro a minha família porque brinco com ela, faço jogos divertidos, rio-me muito e fico protegido. Sem eles a vida não seria feliz. Sempre que me sinto triste e sozinho, eles (e elas) vêm sempre ter comigo para me animar. Nessas alturas, é como, quando depois de marcar um golo, sei que vou ser capaz de fazer tudo o que quiser.

Mas também, quando faço coisas erradas, a minha família ajuda-me a perceber quais as atitudes que devo ter. Até sei que, quando os pais se zangam connosco, não quer dizer que não gostem de nós, eles só querem o nosso bem para que possamos aprender a tomar decisões quando formos crescidos. Em casa dizemos muitas vezes uns aos outros “gosto sempre de ti”. E, quando só queremos comer chocolates e sumos, sabemos que são as sanduíches e a água que nos vão fazer bem.

A minha família é o máximo!

A minha vida sem os pais, os irmãos, os avós, os tios e os primos não seria nada boa. Não tinha ninguém para conversar, brincar, divertir, apoiar e aprender. Existem pessoas que não têm a família na sua vida e acho que devem sentir-se muito pobres.

Por isso é que somos felizes quando temos família. A família traz-nos a alegria ao coração, é como se tivéssemos um tesouro.

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