Jovens Escritores: Gonçalo Duarte

Gonçalo Duarte

Tem 9 anos e frequenta o 4.° ano. As suas disciplinas preferidas são Matemática, Português e Estudo do Meio. Além de estudar, adora escrever textos e poemas e ler livros de História. Nos seus tempos livres, quando não está com um livro entre mãos, gosta de jogar futsal, xadrez e snooker. No currículo, já foi jornalista na Kidzania.

Nevou em Portimão

Por Gonçalo Duarte

No dia um de fevereiro de mil novecentos e cinquenta e quatro, estava muito frio e os termómetros em Portimão não conseguiam medir tanto frio. As pessoas temiam que houvesse algum fenómeno que pudesse destruir a cidade. No dia dois de fevereiro de mil novecentos e cinquenta e quatro houve precipitação de neve gigante.

As pessoas ficaram muito felizes por nevar em Portimão porque nunca tinha nevado antes e a maior parte dessas pessoas nunca tinha visto neve. A neve também poderia ter causado coisas más porque as pessoas desprevenidas poderiam ficar enterradas na neve e depois morrer sufocadas, caso ninguém as fosse salvar.

As pessoas pensaram que podiam tentar manter a neve em Portimão para poderem ver melhor a neve e para conhecê-la melhor. A neve não dura para sempre, principalmente em Portimão porque não é uma cidade muito gelada. Por isso é que quase não nevou.

As pessoas saíram à rua com roupas quentes e foram apanhar neve para a manter no frigorífico. A neve mesmo assim não continuou a ser neve. Dias depois estava completamente extinta e por isso as pessoas ficaram tristes e pensaram que tinha sido um sonho. Mas foi um momento histórico para a cidade.

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