
Gabriel García Márquez foi espiado durante anos pelo FBI. A informação, revelada no dia 5 de setembro pelo jornal The Washington Post, diz respeito a 1961, quando Márquez se mudou para Nova Iorque para trabalhar numa agência de notícias cubana.
A ligação a um estado esquerdista, assim como a suposta amizade com Fidel Castro, captaram a atenção a John Edgar Hoover, o diretor do FBI, que pôs o escritor colombiano, autor de obras como Cem Anos de Solidão ou O Amor nos Tempos de Cólera, sob vigilância ao longo de mais de duas décadas.