Estórias para os mais novos:
Barriga da Baleia


Barriga da Baleia

Texto e ilustrações: António Jorge Gonçalves
Editora: Pato Lógico
Dimensões: 287 x 225 mm
Páginas: 40
Idade recomendada: Mais de 3 anos


Primeiras frases

“Quando Sari acordou naquele dia de verão, chamou a mãe e o pai mas eles não se levantaram. Eram muito dorminhocos. Sari decidiu ir para a praia sozinha. Abriu a porta e fugiu.”


Escrito e ilustrado por António Jorge Gonçalves, Barriga da Baleia transporta-nos numa viagem pela imaginação infantil.

Aquilo que a pequena Sari e o seu amigo Azur mais desejam é um verão com muitas aventuras. Um dia constroem um barco e partem juntos em busca de um lugar onde não se possam sentir aborrecidos. Mas são surpreendidos por um temporal que lhes vira o barco e os atira à água. Azur é empurrado pelas ondas de volta à praia, mas Sari é engolida por uma gigantesca baleia. Na escuridão da barriga da baleia, depara-se com coisas estranhas e assustadoras. Felizmente, Azur tem um plano para a ajudar a escapar de lá.

A história da estória

António Jorge Gonçalves começou por pensar a história de Barriga da Baleia para a contar à filha, inspirando-se nas histórias de outras baleias famosas da literatura, como a de As Aventuras de Pinóquio ou a de Moby Dick. Posteriormente, adaptou-a ao teatro, num espetáculo para crianças que esteve em cena no Teatro Municipal Maria Matos, em Lisboa, e que contou com a interpretação de Ana Brandão. A narrativa explora a extensão da imaginação infantil, mas também os possíveis perigos de espíritos demasiado aventureiros.

A magia da imagem

Barriga da Baleia é o primeiro livro para crianças escrito e ilustrado por António Jorge Gonçalves, artista que, com Uma Escuridão Bonita, foi distinguido em 2013 com o Prémio Nacional de Ilustração. Nos desenhos desta obra predominam as silhuetas, assim como o azul e o preto, em desenhos que preenchem duas páginas de cada vez e que refletem o tom quase surrealista da narrativa. Na agitação da história, também a fantasia visual cresce gradualmente, ao ponto de, no final, nos perguntarmos se tudo não terá passado de um sonho.

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