Conheces os mais famosos símbolos dos livros de Dan Brown?

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o autor de Origem e quatro outros thrillers
protagonizados pelo simbologista

Robert Langdon.

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Os thrillers de Dan Brown apresentam-nos organizações secretas repletas de rituais, regras e simbolismos, que assumem o compromisso de nunca os revelar. Mas não há regra sem exceção, por isso a Estante dá-te a conhecer o significado de alguns dos símbolos mais famosos dos livros do popular autor americano.

OLHO DA PROVIDÊNCIA

1- Olho da Providência - Anjos e Demónios

Geralmente representado através de um olho no interior de um triângulo ou de uma pirâmide – ao que não será estranho o facto de, em matemática, a figura triangular simbolizar a mudança –, o Olho da Providência representa o olhar de Deus sobre a humanidade, traduzindo-se na sua omnipresença e vigilância constante. Em Anjos e Demónios, esta figura associa-se aos Illuminati, um dos mais famosos grupos secretos da história – perdoe-se a contradição –, simbolizando o desejo de mudar o mundo e substituindo a hegemonia de Deus pela predominância de uma pequena elite capaz de vigiar e comandar as massas.

SANTO GRAAL

Não é um símbolo novo ou particularmente desconhecido, mas conquistou-nos a curiosidade quando Dan Brown publicou O Código Da Vinci. A palavra “Graal” vem do grego crater, que significa “vaso” (usado para misturar o vinho e a água), mas conhecemo-la melhor como “cálice”. Até porque, de acordo com a fé católica, o Santo Graal foi o cálice usado por Jesus Cristo durante a Última Ceia. Há quem diga que o objeto foi escondido pela ordem religiosa dos Cavaleiros Templários. Ao longo dos anos foram muitos os aventureiros que o tentaram encontrar. O simbologista Robert Langdon junta-se a eles em O Código Da Vinci.

ESQUADRO E COMPASSO

A sociedade secreta que conhecemos como Maçonaria é repleta de mistérios. Um dos seus mais importantes símbolos é o que encontramos em O Símbolo Perdido: tem a forma de um esquadro (com as pontas viradas para cima) e um compasso (com as pontas viradas para baixo). A união destes dois instrumentos simboliza alegadamente a perfeição e a justiça, unindo o sagrado ao profano. Conta-se inclusive que, quando George Washington idealizou a atual capital americana, exigiu que a cidade fosse construída na forma de um quadrado: o objetivo era que, ao traçar uma linha no mapa entre os quatro pontos mais importantes da capital, se formasse o chamado Esquadro e Compasso.

CADUCEU DE HERMES

Muitas vezes confundido com o Bordão de Asclépio, o Caduceu de Hermes apresenta na verdade uma diferença bastante significativa: é representado por duas cobras – e não uma – a trepar uma haste. A distinção é suficiente para esconder um significado completamente distinto: se o Bordão de Asclépio é o símbolo da medicina, o Caduceu de Hermes é sinónimo de ciências ocultas e alquimia. Os dois amuletos fazem parte da história de Inferno, e a sua distinção revela-se fulcral nos destinos de Robert Langdon e Elizabeth Sinskey. Podes saber mais – mas cuidado com os spoilers! – aqui.

Por: Ana Catarina Pinto

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