Carlos Ruiz Zafón

Carlos Ruiz Zafón

Naturalidade:
Barcelona, Espanha

Data de nascimento:
25 de setembro de 1964

Primeiro livro publicado:
O Príncipe da Neblina (1993)

Carlos Ruiz Zafón é um dos mais populares – e premiados – nomes da literatura espanhola contemporânea. Escreve para jovens e para adultos, mas muitas das suas narrativas têm um elemento em comum: a sua amada cidade de Barcelona.

Origens

Carlos Ruiz Zafón nasce em Barcelona, em setembro de 1964. Considera-se mais tarde um dos seus dragões – a capital da Catalunha é com frequência apelidada de “cidade dos dragões”, devido às muitas esculturas destes seres que se encontram espalhadas pelas fachadas dos edifícios. O autor tem, de resto, uma coleção com mais de 400 estatuetas de dragões.

Desde a infância que gosta de contar histórias, deixando-se influenciar por autores como Charles Dickens, William Faulkner e Charlotte Brontë, mas também por filmes e nomes do cinema como Orson Welles. No entanto, a carreira como romancista só chega em 1992, depois de vários anos como publicitário.

Livros

Carlos Ruiz Zafón começa por se afirmar como escritor de livros para jovens, iniciando-se com a publicação d’A Trilogia da Neblina, composta por O Príncipe da Neblina (1993), O Palácio da Meia-Noite (1994) e As Luzes de Setembro (1995). Segue-se o romance Marina (1999) que, apesar de continuar a destinar-se especialmente a jovens, contém elementos que indiciam a transição gradual para os romances para um público mais adulto.

É isto que se verifica em 2001, ano em que dá início à tetralogia O Cemitério dos Livros Esquecidos, composta por A Sombra do Vento (2001), O Jogo do Anjo (2008), O Prisioneiro do Céu (2011) e O Labirinto dos Espíritos (2016), todos com a cidade de Barcelona como pano de fundo, isto embora Zafón passe atualmente grande parte do seu tempo em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Consagração

Os livros de Carlos Ruiz Zafón já venderam milhões de exemplares por todo o mundo e encontram-se traduzidos para mais de 40 idiomas. O autor também já foi distinguido com vários prémios internacionais, em especial com A Sombra do Vento, que em Portugal venceu o Prémio Literário Casino da Póvoa no festival Correntes d’Escritas em 2006.

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