As 10 melhores aventuras de Lucky Luke

lucky-luke-revista-estante-fnac

É conhecido como Lucky Luke e dizem que, no gatilho, é um cowboy mais rápido do que a própria sombra. Não acreditas? Então lê os álbuns de banda desenhada que aqui te sugerimos.


Carris-na-Pradaria

Carris na Pradaria

Morris e René Goscinny

Lucky Luke já existia antes deste livro, mas foi a partir daqui que a popularidade do solitário cowboy começou realmente a crescer. O que poderá estar relacionado com o facto de Morris ter pela primeira vez colaborado com outro escritor – nada menos do que René Goscinny, o hoje lendário cocriador de Astérix –, parceria que se haveria de manter ao longo de quase 30 anos. Publicado em 1957, o 9.º volume de Lucky Luke leva o pistoleiro a aceitar a missão de terminar uma linha de caminho-de-ferro.


Os-Primos-Dalton

Os Primos Dalton

Morris e René Goscinny

Os Dalton deste livro não são os Dalton originais. Esses apareceram – e morreram – no livro Fora-da-Lei, quatro anos antes, numa altura em que as aventuras de Lucky Luke ainda assumiam, por vezes, contornos algo sombrios. Mas foi neste livro de 1958 que conhecemos Joe, William, Jack e Averell, um quarteto de ineptos criminosos, primos dos falecidos Dalton, que se haveriam de tornar os mais emblemáticos inimigos de Lucky Luke, ao ponto de merecerem muitas vezes as suas próprias histórias.


Jesse-James

Jesse James

Morris e René Goscinny

Várias são as aventuras em que Lucky Luke se depara com figuras reais da História. Não só os irmãos Dalton (originais) existiram mesmo, como o cowboy encontra Billy the Kid, Calamity Jane, Jack London, Mark Twain e, naquele que talvez tenha sido o encontro mais emblemático de todos, o vilão Jesse James. É isso mesmo que podes encontrar neste livro publicado pela primeira vez em 1969.


A-Corda-do-Enforcado-e-Outras-Historias

A Corda do Enforcado e Outras Histórias

Morris e René Goscinny

A grande maioria dos livros de Lucky Luke são álbuns que nos contam narrativas longas e complexas, como se de um filme se tratasse. Mas nem todos são assim. Este álbum lançado em 1981 é composto por sete pequenas aventuras, de apenas quatro a oito pranchas, mas não menos repletas de peripécias e reviravoltas, quase como curtas-metragens. O herói, esse, é o mesmo de sempre: o inigualável Lucky Luke.


Fingers

Morris e Lo Hartog Van Banda

Estávamos em 1983, os tempos eram outros, a sociedade já não via o tabaco com tão bons olhos e Morris decidiu que era altura de Lucky Luke se livrar finalmente do cigarro que o acompanhara em todas as aventuras anteriores. Vai daí, substituiu-o neste livro, pela primeira vez, por uma palha ao canto da boca. Uma pequena grande alteração que lhe valeu uma distinção da Organização Mundial de Saúde.


noiva-lucky-luke

A Noiva de Lucky Luke

Morris e Guy Vidal

Acaba de ser reeditado em Portugal este álbum que, originalmente publicado em 1985, numa altura em que Morris já colaborava regularmente com outros artistas que não Goscinny, nos conta a história de um grupo de mulheres em busca de casamento que viajam para uma cidade habitada apenas por homens. É aqui que o eterno solitário arranja mulher. Ou talvez não.


Rantanplan-Refem

Rantanplan Refém

Morris, Jean Léturgie e Xavier Fauche

Temo-nos referido algumas vezes a Lucky Luke como um cowboy solitário – era ele próprio que o cantava ao vaguear pelos desertos americanos – mas, na verdade, o nosso herói fez-se sempre acompanhar pelo fiel cavalo Jolly Jumper e, a partir de certa altura, também por Rantanplan, “o cão mais estúpido do universo”. E não é que este cão se tornou tão popular que até ganhou o seu próprio spin-off em 1987?


Lucky-Luke-no-Quebeque

Lucky Luke no Quebeque

Achdé e Laurent Gerra

Desde 1949 que Lucky Luke era sinónimo de Morris. No entanto, em 2004, já após a morte do cartoonista belga, o ultrassónico pistoleiro mudou pela primeira vez de mãos. Foi o francês Achdé – pseudónimo de Hervé Darmenton – que pegou no personagem, mantendo-o até os dias de hoje. Iniciou o trabalho com esta aventura que leva o nosso herói ao Quebeque em busca de uma apaixonada… do cavalo Jolly Jumper.


L-Homme-Qui-Tua-Lucky-Luke

L’Homme qui tua Lucky Luke

Matthieu Bonhomme

Em 2016 assinalaram-se os 70 anos de existência de Lucky Luke. Um marco histórico, devidamente concretizado neste álbum de banda desenhada, misteriosamente intitulado, em tradução direta para o português, “O Homem que Matou Lucky Luke”. O autor, Matthieu Bonhomme, apresenta-nos um herói taciturno, numa narrativa mais sombria do que o habitual. O resultado é, ainda assim, não menos impressionante.


kid-lucky-siga-flecha

Kid Lucky: Siga a Flecha

Achdé

Se Rantanplan merece um spin-off, Lucky Luke merece uma prequela. Pelo menos foi essa a lógica por detrás do desenvolvimento, em 1995, de uma série que acompanhava o popular cowboy nas suas peripécias de infância. Embora tenha entretanto sido cancelada, Achdé decidiu revivê-la anos depois, em 2011, e este é já o quarto volume com que o francês nos brinda do pequeno – mas eternamente grande – Lucky Luke.


Por: Tiago Matos

Gostou? Partilhe este artigo: