Afinal quem descobriu o Brasil?

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Um livro para…

Leitores interessados em desvendar mistérios da História de Portugal na época dos Descobrimentos.

Primeira frase

“Há cartas que nunca deveriam ser encontradas, sobretudo quando rasgam a vida de um homem, a história de um povo, ou a glória de uma nação.”

Se gostou deste livro, é provável que também goste de…

Conquistadores (Roger Crowley)
A Primeira Aldeia Global (Martin Page)
Os Lusíadas (Luís de Camões)

A Confissão do Navegador, de Duarte Nuno Braga, é um romance histórico que relança a discussão em torno dos Descobrimentos.

Será mesmo verdade aquilo que temos como factual na História de Portugal? E se o Brasil não tiver realmente sido descoberto por Pedro Álvares Cabral? E se a Índia tiver sido governada por esse mesmo navegador, uma espécie de herói anónimo de Portugal? É o que é explorado neste romance histórico.

O livro

A Confissão do Navegador é uma obra de ficção que tem como base factos históricos e antigas lendas populares. O enredo tem início no ano de 1493, quando D. João II convida o capitão Duarte Pacheco Pereira a conhecer Cristóvão Colombo. A partir daí, narra-se a viagem deste navegador que o conduz a muitos perigos mas também à inesperada descoberta do Brasil e à conquista de Índia, contrariando os factos que hoje se conhecem.

O autor

Duarte Nuno Braga nasceu em 1975 e é natural de Lisboa. É licenciado em Engenharia Eletrotécnica, empreendedor de pequenas e grandes empresas, mas acabou por se dedicar às letras. Formador na área da escrita criativa, A Confissão do Navegador é o seu primeiro livro.

O gancho

Duarte Pacheco Pereira existiu realmente e chegou a ser descrito em Os Lusíadas de Luís Vaz de Camões como “Aquiles Lusitano”. Embora se trate de ficção, A Confissão do Navegador desvenda a pouco conhecida figura deste navegador, mostrando que podem existir outras verdades nos factos que conhecemos da História de Portugal e do mundo.

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