7 livros para ler em novembro

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Stephen King, John Green e Ricardo Araújo Pereira são apenas alguns dos autores que nos trazem este mês novidades imperdíveis às livrarias FNAC.


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Reaccionário com Dois Cês

Ricardo Araújo Pereira

Sensivelmente um ano após a publicação de A Doença, o Sofrimento e a Morte Entram Num Bar, Ricardo Araújo Pereira está de volta com um novo livro que é também algo completamente diferente. Reaccionário com Dois Cês dá-nos a conhecer as autoproclamadas “rabujices” do autor sobre “os novos puritanos e outros agelastas”. O que, no fundo, significa que é um livro sobre liberdade de expressão. E uma crítica com muito humor à sociedade moderna, incluindo o mundo aparentemente sem leis – ou educação – das redes sociais.


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Para Lá do Inverno

Isabel Allende

Depois de se divorciar do marido aos 72 anos, Isabel Allende pôs-se a pensar, como revelou em entrevista à Estante, sobre “o que leva alguém a apaixonar-se, porque e como o amor acaba, se é possível apaixonarmo-nos quando somos velhos”. E escreveu sobre isso. Para Lá do Inverno, o resultado, explora o inverno metafórico das vidas de três personagens que procuram sobreviver a uma (não metafórica) tempestade de neve e pelo meio descobrem o amor como forma de ultrapassar o inverno rumo ao “verão invencível” da vida.


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Mil Vezes Adeus

John Green

Aza Holmes, a jovem protagonista do mais recente romance de John Green, sente-se forçada a lidar diariamente com “espirais de pensamentos”. Pelo menos é assim que descreve a sua ansiedade extrema e o transtorno obsessivo-compulsivo de que sofre – problemas a que o próprio autor de A Culpa é das Estrelas e Cidades de Papel não é alheio. Como se não bastasse, é arrastada com a sua melhor amiga para investigar o paradeiro de um bilionário desaparecido. Será preciso mais do que isto para te aguçar a curiosidade?


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Despertar

Stephen King

Cada novo livro de Stephen King é, hoje em dia, um acontecimento. E, para nossa alegria, o americano é um autor extremamente produtivo. Depois de, já este ano, nos terem chegado em português livros como Sr. Mercedes e o último volume de A Torre Negra, depois do lançamento de Sleeping Beauties, depois de várias adaptações ao cinema e à televisão – incluindo It –, eis uma nova história, uma espécie de reinterpretação de Frankenstein sobre um pastor caído em desgraça. E um dos melhores livros de terror do ano.


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Um Crime no Expresso do Oriente

Agatha Christie

Originalmente publicado em 1934, Um Crime no Expresso do Oriente acabaria por se tornar um dos mais populares livros de mistério de todos os tempos, ao ponto de continuar, ainda hoje, a inspirar novas adaptações, como a que Kenneth Branagh faz chegar este mês aos cinemas. A ocasião vale uma nova leitura e a premissa é simples: um homem verdadeiramente execrável é assassinado a bordo do Expresso do Oriente e todos os passageiros são potenciais suspeitos. Cabe a Hercule Poirot, o detetive das “pequenas células cinzentas”, perceber o que aconteceu. E porquê.


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Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los (Edição Ilustrada)

J. K. Rowling

Depois do livro, do filme, do argumento e do bestiário, seria de pensar que Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los já não nos conseguiria surpreender. Mas consegue. Isto porque acaba de chegar às livrarias FNAC uma nova edição do compêndio de criaturas mágicas assinado por Newt Scamander (J. K. Rowling), repleto de magníficas ilustrações de Olivia Lomenech Gill. E se havia livro capaz de tirar proveito de ajudas visuais era mesmo este. Para voltar a entrar no mundo que haveria de ser de Harry Potter.


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A Estranha Ordem das Coisas

António Damásio

O que seria o Homem sem dor, sem sofrimento, sem prazer antecipado, enfim, sem sentimentos? É este o tema sobre o qual o aclamado neurocientista português António Damásio se debruça em A Estranha Ordem das Coisas, um livro que surge no seguimento de O Erro de Descartes e O Sentimento de Si – também estes dedicados às emoções humanas – e que nos ajuda a perceber que a criação das mais distintas culturas se poderá ter devido mais aos sentimentos do que a capacidades como a linguagem.


 

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