13 livros que todos os supersticiosos devem ler

A sexta-feira 13 de cada mês é popularmente considerada um dia de az… má sorte! Estes são os livros que não podem faltar na estante de um leitor supersticioso.


A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça e Outros Contos

Inspirado no folclore germânico, este conto de Washington Irving foi publicado pela primeira vez em 1820. A identidade do cavaleiro sem cabeça remete para um suposto fantasma de um soldado germânico cuja cabeça foi arrancada por uma bala de canhão.


 

O Corvo

Um corvo à sua porta é sinal de perigo. E o poema de Edgar Allan Poe é prova disto. É a história de um homem que está em luto devido à perda da mulher. Um corvo entra-lhe em casa e repete incessantemente a palavra “nevermore” [nunca mais], acentuando a dor da ausência.


 

A Ruiva

Os ruivos atraem má sorte? Neste conto de Fialho de Almeida talvez. A personagem principal é a filha de um coveiro bêbado e órfã de mãe. É rodeada de cadáveres que Catarina descobre a sensualidade e o vício. Mais tarde cai na prostituição.


 

Jogos de Azar

Há quem diga que não existe azar, apenas má sorte, mas não é o caso deste livro que reúne oito histórias de José Cardoso Pires. Para o autor, é um conjunto de “histórias de desocupados, de criaturas privadas de meios de realização” num país ainda muito rural.


 

Kafka à Beira-Mar

São inúmeras as superstições que envolvem gatos. E quando se fala em gatos, fala-se em Haruki Murakami. Neste seu livro, contam-se as aventuras de duas personagens sórdidas com vidas recheadas de enigmas e mistério. Kafka Tamura foge de casa aos 15 anos e Nakata, já idoso, dedicou boa parte da sua vida à procura de gatos desaparecidos.


 

O Espelho Quebrado

Partir espelhos? Absolutamente proibido para qualquer supersticioso. Nesta trama de Agatha Christie é sinónimo de morte, que acontece quando uma fã da estrela de cinema Marina Gregg é assassinada e a atriz lhe segue o rasto, perseguindo esse mistério.


 

Para Onde Vão os Guarda-Chuvas

Nunca se abre um guarda-chuva dentro de casa, diz a superstição. Mas quando se abrem na rua, às vezes perdem-se. E para onde vão? É o que Afonso Cruz esclarece neste romance que tem o Oriente como pano de fundo.


 

A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha

Matar uma aranha traz má sorte. Mas se a encontrar à noite, significa felicidade. E se cair do teto numa teia em direção a si, então vai receber dinheiro em casa. Neste livro de David Lagercrantz a aranha é de outra espécie. Há que ter ainda mais cuidado, já que denomina uma sociedade de criminosos russos.


 

Dicionário de Superstições

Figas, ferraduras, trevos, gatos pretos. Orlando Neves expõe neste livros muitas das superstições que a humanidade inventou para explicar a complexidade do mundo.


 

Amuleto

Supersticioso que se preze tem um ou vários amuletos. E é precisamente isto que a uruguaia Auxilio Lacouture, protagonista deste romance de Roberto Bolaño, precisa na sua vida que caminha para um crime perverso.


Histórias de um Portugal Assombrado

Superstições são muitas vezes sinónimo de medos e assombrações. É disto que trata este livro de Vanessa Fidalgo: casas assombradas, fantasmas, lendas e encantamentos. Em Portugal.


O Sobrenatural é Natural

“Desconsideremos o sobrenatural e o que permanecerá será o artificial.” A frase é de G. K. Chesterton, que nesta coletânea de textos descomplica algumas superstições comuns.


Portugal Insólito

O espírito de D. Sebastião anunciou Manuel de Arriaga como Presidente da República? É uma das muitas histórias de fenómenos paranormais que marcaram a história de Portugal. E que prometem fascinar as mentes mais supersticiosas.


Gostou? Partilhe este artigo: